quarta-feira, 30 de junho de 2010

O julgamento da velhinha!

Juiz: Qual sua idade?
Velhinha: Tenho 80 anos.

Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras
o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???

Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de
minha varanda, num fim de tarde suave de verão, quando um
jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.

Juiz: Você o conhecia?

Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável...

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a
acariciar minha coxa.

Juiz: A senhora o deteve?

Velhinha: Não.

Juiz: Por que não?

Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito
isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 20 anos.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele
começou a acariciar meus seios.

Juiz: A senhora o deteve então?

Velhinha: Mas claro que não, doutor...

Juiz: Por que não?

Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e
excitada. Não me sentia assim há anos!

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Ora Sr.. Juiz, o que poderia uma mulher de
verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um
jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as
pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz!

Juiz: E ele a possuiu?

Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de
abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no
filho da puta!!

Nenhum comentário: